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Estrangeirismo – palavras inglesas desnecessárias ao português — 33 Comentários

  1. Eu não sei que termos eu colocaria na lista mas com certeza tiraria um bocado deles. Não li tudo mas já parou pra pensar que algumas palavras da sua lista você corre muito mais risco de não ser compreendido se usar a versão em “português” (entre aspas porque algumas já foram aportuguesadas). Se você me perguntar sobre uma plaqueta ou pastilha do computador eu não vou te entender, vou achar que você tá falando da bateria interna. Não tem nada de errado com estrangeirismo, a maioria das línguas sofre influência de outras culturas e muito mais agora com a globalização.

  2. Daniel,

    Concordo com você. Termos estrangeiros são sempre bem-vindos quando ainda não há termos na língua portuguesa. Se há termos em português, por que adotar um novo? Por exemplo: o “mouse” foi batizado em Portugal como “ratinho”. Por que o Brasil não seguiu o mesmo padrão visto que “mouse” significa “ratinho”, e que a ideia de “ratinho” provavelmente também passou pela mente do criador do acessório periférico? Nós brasileiros falamos em “site” na Internet. Os portugueses falam em “sítio”. A verdade é que as traduções portuguesas são melhores do que as brasileiras visto que elas passam para os lusitanos as mesmas ideias que se passam na mente dos anglofalantes. Já nós brasileiros achamos que falar “mouse” e “site” são termos chiques e discriminamos os brasileiros que não conseguem falar ou escrever esses termos estrangeiros com correção. Outra coisa: visitei alguns países vizinhos do Brasil (Argentina, Venezuela, Panamá…). Nesses países, não vi “shopping center”. Vi somente “centro comercial”. Por que o Brasil não adotou “centro comercial”? Será que o termo português geraria mau entendimento?

  3. Daniel , achei o seu comentário muito bem articulado . Voce é um bom influenciador. Mas concordo com o uso de algo novo que apareçe no Brasil continue no original pois isso evita duplicidade de entendimento.

    Se eu digo e-mail, mouse, internet, OMO, pizza, taxi,shopping
    todas as pessoas sabem pois elas tem sentido único. Por um outro lado se eu traduzir a palavra vai dividir o significada com outro objeto. Se ela ficar no original, é mais enfática. Achei também até um pouco de falta de confiança no país, querer seguir Portugal, e pequenos países da américa latina.

  4. Teacher Eliot,

    Também dou boas-vindas às novidades. Mas, se formos registrar as palavras inglesas sem antes procurar algum termo já consolidado em português, em breve, não falaremos nem português, nem inglês. Outra: esse negócio de absorver a palavra estrangeira sem adaptá-la ou ver se já há algo em nosso idioma pode ser fácil com a língua inglesa. Mas, o que dirá no caso de termos originados no Japão, países árabes? Vamos absorver também a escrita deles ou vamos adaptar o termo estrangeiros às regras do português?

    Outro problema: quando trazemos os termos estrangeiros para o português sem adaptá-los, não podemos criticar pessoas que falam em “serve-serve” (self-service) ou “romitite” (home theater). Não podemos criticar o brasileiro que não fala corretamente os termos estrangeiros. Para evitar esses problemas de pronúncias erradas de palavras estrangeiras, é mais sábio, empregar termos nacionais.

    A língua portuguesa não sofre de xenofobia. Mas, se ela, em anos anteriores, absorveu um termo estrangeiro porque substituí-lo por outro mais recente? Se ela absorveu “área de recreação” por que substituir isso por “playground”? Quem estuda inglês talvez saiba a ortografia de “playground”, mas não devemos zombar do brasileiro que escrever “plaigraund” num cartaz. Para evitar esses erros de pronúncia e de ortografia de termos estrangeiros, é melhor adotarmos palavras portuguesas existentes e consolidados.

  5. É faz sentido Fred, concordo que alguns termos deveriam ser traduzidos mas a maior culpa disso tudo é da publicidade do nosso país que acha que termos em inglês vendem mais e depois não adianta tentar corrigir.
    Engraçado como usamos termos que nem são usados fora daqui. Eu tinha um problema danado em ser compreendido quando chamava meu computador portátil de notebook com americanos. Pra eles notebook é caderno de anotações e computador portátil é só “computer” ou “laptop”.

  6. Daniel,

    você tocou em outro ponto relevante. Os brasileiros ainda distorcem o termo estrangeiro. O que nós brasileiros chamamos de “outdoor” (o enorme cartaz) é chamado de “billboard” nos E.U.A.

  7. Bom dia pessoal. Li agora os comentários ao uso de palavras estrangeiras na língua portuguesa. Estrangeirismos sempre houve na nossa língua, desde o “inshallá” árabe, que foi aportuguesado para oxalá, que brasileiros aparentemente nem conhecem. Já agora Daniel, onde você foi buscar o “ratinho”? Eu sou português e toda a vida falei “rato”. Ninguém fala “ratinho” em Portugal…
    Quanto ao resto, é um tema controverso e concordo com muito do que foi dito. Acho que a moderação é a solução para esse assunto, já que não há como evitar a utilização de estrangeirismos, mas também não é necessário exagerar.

  8. Eduardo,
    Eu não fui buscar ratinho em lugar nenhum quem falou isso foi o Fred ali em cima hehe, mas rato ou ratinho, eu entendi o que ele quis dizer, em Portugal se usa um termo em português e no Brasil usamos uma palavra da língua inglesa

  9. Aportuguesar como os lusitanos não dá. Esses dias lendo um site português deparei com a comemoração do aniversário de uma tal de Rainha Isabel II do Reino Unido, procurei saber quem era e descobri com muita dificuldade que era a Rainha Elizabeth II atual. Só aí descobri que a tradução para Elizabeth em Portugal é Isabel. “Sítio” também não acho lá muito prático para designar site. Outro exemplo vindo do inglês americano é a palavra grains para designar cereais. No Brasil se transformou em grãos o que define perfeitamente o significado da produção de arroz, feijão e soja principalmente, . Bem acho que devemos ter cuidado na hora de adotar palavras estrangeiras diretamente para o português. “Shopping Center” parece que não é usado nem nos EUA. Lá eles tem outra palavra “Mall” para designar um centro de compras. Outra coisa curiosa acontece com a palavra “mouse” de computador. A maioria das pessoas quando quer dizer no plural dizem “mouses” porque não sabem que o plural de “mouse” é “mice”. Aqui seria melhor acompanhar os lusitanos e dizer rato ou ratinho.

  10. Carlos,

    Gostei muito de seu comentário. Detalhe: em espanhol, eles também chamam a Rainha Elizabeth II de Rainha Isabel II. A moderação é a solução.

  11. O pior e que todos querem usar o inglês mas nao sabem pronuncia-lo corretamente. A palavra closet por exemplo e sempre pronunciada incorretamente.

  12. Muito obrigado me ajudou MT em uma peskisa

  13. Eu gostaria de colocar a palavra CONCORN que significa VAGINA!

  14. Eu gostaria de colocar a palavra DEDPEN que significa FICAR SEM PALAVRAS

  15. Discordo totalmente. A inclusão de estrangeirismos é um processo natural, bom e extremamente importante para o aumento do vocabulário da língua. Para que ter um termo só quando podemos ter dois ou mais? É essa a tendência da língua, aumentar o número de palavras e especializar sentidos.

    É por isso que a língua inglesa, que não teve esses movimentos puristas de impedir a entrada de estrangeirismos, tem várias palavras com sentido semelhante de origens diferentes – por exemplo, “royal”, “regal”, “kingly” e “regius”. Que riqueza vocabular! O vocabulário português também aumenta desse modo, se não impedido pelos movimentos puristas e xenófobos, que primam pela pobreza lexical do idioma.

    Portanto, que venham baby-sitter, mouse, background, stand, poster, slogan, show, royalty e todas as outras para fazer companhia às palavras nativas e assim enriquecer a bela língua portuguesa!

  16. Eu acho que a sugestão do Fernando Soares significa o desejo de ser inglês ou americano.
    Cada um com as suas próprias manias e complexos.
    Seguindo a sua regra, em vez de dois ou três palavras com o mesmo sentido ao introduzir os referidos estrangeirismos, daqui a pouco não serão dois nem três, mas uns cem… Que acha você, Fernando, de tanta riqueza… vocabular ?????
    Processo natural, como você diz, não é a aceitação indiscriminada de estrangeirismos, mas sim a falta de orgulho pelo seu belo, rico e culto idioma.
    Quando alguém aponta, por exemplo, vocábulos de origem árabe na nosso idioma ou mesmo de origem francesa, chinesa,indiana, africana, etc, não é de estranhar, porque Portugal, sofreu a influência da ocupação árabe durante séculos e depois navegou por todos os oceanos na descoberta de novos mundos e os portugueses, para se comunicarem com povos de línguas totalmente desconhecidas para os europeus, foram forçados a incorporar alguns vocábulos dessas línguas para facilitarem a comunicação com esses povos.
    Atualmente, não há necessidade disso. Quem aceita tais estrangeirismos apenas revela falta de cuidado com o seu idioma, muitas vezes vaidade em usar termos que a maioria não entende, pensando destacar-se socialmente com essa atitude. E isto, naturalmente, também se encaixa muitíssimo bem nos publicitários, economistas de plantão nos canais de televisão, etc, etc.
    Tenho dito e não pretendo responder a quaisquer reações de desacordo, mas talvez este meu comentário sirva para abrir os olhos a outras pessoas que desejem continuar a discussão sobre tal tema.
    A Língua Portuguesa não é um idioma qualquer. Ela é falada oficialmente em oito países, é a quinta mais falada do mundo, é a terceira europeia e a primeira na América Latina e, ainda, é falada no mundo inteiro devido aos grandes contingentes de imigrantes de origem brasileira, portuguesa, angolana, moçambicana, cabo-verdeana. guineense, são tomense e timorense espalhados por todo o planeta na casa de milhões.
    Além disso, também é falada no estado autônomo de MACAU – China, estado autônomo de GOA e DAMÃO, DIU. DRADÁ e NAGAR AVELI – Índia e em MALACA-Malásia.
    Indo mais longe, para dizer tudo de uma só vez , foi oficializada nas escolas da ESTÓNIA, da GALIZA, da GUINÉ EQUATORIAL e de muitos outros países, inclusive da AMÉRICA LATINA.
    Portanto, caro Fernando, mais cuidado e mais orgulho pelo seu idioma e evite os estrangeirismos, porque não fazem falta alguma à culta LÍNGUA PORTUGUESA falada pelo mundo afora.
    Não esqueça também, para terminar, que gramaticalmente, os vocábulos ingleses, por exemplo, não nos permitem a divisão silábica a que estamos habituados, a qual facilita o aprendizado na alfabetização das crianças no Ensino Básico.

    Armando Ribeiro

  17. Armando Ribeiro falou tudo!! Parabéns pelo seu comentário.
    Sobre o estrangeirismo tudo tem limite, acredito que as pessoas devem entender as diferenças entre estrangeirismo e bilíngue.

  18. O texto é tendencioso e preconceituoso. Não vejo nada de errado em usar termos estrangeiros que somente vem para enriquecer a língua. Imagina traduzir termos como: Dvd, Blu-ray, Lcd, Notebook, Video-game, Email etc. Alguém prefere falar vaporizador invés de spray? Trocar timer por temporizador? Tweeter por alto falante para agudos? Não creio que sejam palavras desnecessárias ao Português, muito pelo contrário.

  19. O contato cultural é muito importante e através dele toda e qualquer língua se mantém viva e renovada, pois o vocabulário precisa de constante atualização ao incorporar novas palavras e expressões, mantendo-as em seu modo original ou adaptando-as. Nada no mundo sobrevive de maneira isolada e um idioma segue também essa regra, quando seus usuários globalizam a interação com outras culturas. O que talvez esteja errado no Brasil é “ainda” um certo complexo de vira latas, aceitando de maneira rápida demais e muitas vezes inquestionável a incorporação de elementos estrangeiros em nossa língua do dia a dia, como se muito do que vem de fora fosse melhor e mais bonito do que aquilo que temos em nossa “casa”. Os estrangeirismos importantes, mas sem exageros.

  20. as palavras shopping center e mall são a mesma coisa a diferença esta na uso de cada uma nos países anglófonos shopping center e mais usado no Reino Unido, é mall e mais usado nos estados unidos.

  21. ola espero nao chegar tarde para esta troca de ideias … garçon quer dizer rapaz em frances e a palavra garçonette nao existe em nessa lingua. Aqui em portugal designamos empregado de balcao ou empregada em anuncios emprego. Nos cafes ou restaurantes apenas levantamos o braço e chamamos menina ou senhor podia chegar aqui se faz favor . Em frances menina ou rapariga diz se fille e nao garçonette nao existe. no brasil fala se brasileiro e nao portugues , ja tem uma lingua propia. mais um exemplo engajar pra mim nao quer dizer nada mas agora no brasil quer dizer contratar pessoas ou estar empenhado em algo. continuem a matar a lingua de Camoes a inventar palavrasf

  22. Não creio que o idioma português está sendo maltratado no Brasil. O que acontece é que quando os portugueses resolveram desbravar o mundo, já no século XVI, tiveram que aprender palavras de outros idiomas e enriquecer a própria língua portuguesa. Em outras palavras, a língua portuguesa na época das grandes navegações não era suficiente para descrever o mundo. No Brasil, os portugueses trouxeram seu vocabulário e costume e tiveram que aprender palavras indígenas que nomeavam frutas exóticas, animais selvagens, acidentes geográficos etc. que os lusitanos nunca viram antes, nem imaginavam que existiam. Isso ocorreu também quando os colonizadores portugueses foram à África, Índia, Oceania etc. Se os portugueses do passado enriqueceram o vocabulário, por que os brasileiros de agora devem se isolar do mundo e desprezar palavras inglesas, francesas, espanholas, japonesas? Com o advento de novas descobertas, novas tecnologias, neologismos, avanços culturais, etc. os idiomas também sofrem mudança. A língua portuguesa do passado não é suficiente para descrever o mundo de hoje ou você vai me dizer que os portugueses que desembarcaram no Brasil de 1500 já trouxeram, por exemplo, termos relacionados a Internet? Claro que não.

  23. é gritante à falta de respeito que os brasileiros têm pela língua portuguesa
    o número de palavras estrangeiras que fazem parte do uso quotidiano deixam me mesmo chateado e razão pela qual também faz me muita “confusão” ouvir as notícias num canal brasileiro. A maneira como alteram muitas palavras que já existiam na língua portuguesa e inventam outras, não percebo ! se não gostam de falar português mudem logo para a língua inglesa ou “Americana”
    Quanto a lista publicada nesta página chamo logo a atenção que garçon é uma palavra francesa que quer dizer rapaz e não empregado de bar sendo também que a palavra garçonete não existe porque a palavra para designar uma mulher ou rapariga em francês é fille. A palavra speach refere se ao acto de falar ou então de discursar quanto a palavra closet que faz parte da lista existe a palavra em português que é o armário. Staff quer dizer pessoal ou então empregados de um determinado espaço comercial ou empresa. Será possível !

  24. olha esse site foi muito bom para mim

  25. Muito enriquecedora a troca de ideias. Congratulations a todos.

  26. Mas daí vamos dizer “airbag” como?? Meu carro tem balão de ar! Quer dizer não sejamos tão caxias.

  27. Podemos dizer “bolsa de ar”? Seja como for, o nativo da língua inglesa já sabe do que se trata o objeto, sem precisar recorrer a dicionários.

  28. Eu trabalho em uma multinacional em um projeto que tem uma consultoria. São tantas palavras que as pessoas falam em inglês que as vezes eu me faço de não entendido e repito a frase em português (eu falo inglês fluente). É um querendo se mostrar mais do que o outro. Frases que ouço no dia-a-dia:
    Encontramos um issue (problema); O projeto precisa de budget (orçamento); Fiz um follow-up nele (retorno); Temos que falar com a business area (area de negócios); Vou dar um overview do que aconteceu (visão geral); Quais são os next steps (próximos passos); a ordem foi top-down (de cima para baixo); Tenho um call as 14hs (fone-conferencia); o projeto está on-going (em andamento); e por aí vai…

    Quando peço para a consultoria montar uma apresentação tenho que traduzir um monte de coisas para o português (detalhe que a apresentação “está” em português)

    Por exemplo, existe uma planilha que cadastra as vendas dos vendedores e depois mostra em um relatório. Adivinha o nome do relatório? Performance board! Eu fiz com que trocassem o nome para Quadro de desempenho. (detalhes que essa planilha iria ser distribuída no interior do Brasil onde as pessoas nem falam inglês).

    Quanto aos produtos, eu acho que brasileiro pensa que tudo que vem de fora é melhor e a publicidade aproveita isso. Advanced sei lá o que, novo desodorante confort x, Pet shop, etc…

  29. Ótimo exemplo, Emerson. O pior é que usam todos esses termos ingleses dentro do português e, na hora de falar em inglês, comentem erros de pronúncia, regência etc. Em outras palavras, eles são ruins em português e inglês.

  30. Skate e patinete são coisas diferentes. E know-how q eu saiba nao significa tecnologia, mas ter conhecimento sobre alguma coisa.

  31. um dos estrangeirismos mais parvos que encontro no brasileiro e a AIDS..quando existe uma signa perfeitamente adequada SIDA

  32. Sou norte-americano, professor de inglês, que dava aulas de “Business English” no BNDES, no Rio. O problema (ou seja, o “issue”) vem na hora dos alunos brasileiros falarem (ou melhor, tentarem) falar em inglês, e acabam dizendo, “I went to the shopping this weekend” (“Fui ao shopping este fim de semana”). A frase em inglês só cria confusão. Quando ouço “outdoor”, fico esperando saber “um quê no ar livre”?

    Por um lado, usando estrangeirismos cria confusão. Mas do outro lado, pode evitar a confusão eventual: vai passar as férias no sítio (lugar rural), e vai passar as férias no site (da Internet… pois “rede” é lugar para descansar no sol).

  33. Nossa, quanto conservadorismo nos comentários. 100 palavras inglesas num universo de, quem sabe, 1 milhão de palavras em português, não significa nada. A maioria dessas 100 nem é usada mesmo. Sítio em português brasileiro, no popular, não significa local, mas sim uma propriedade rural. No mundo inteiro se utiliza website, ou site. Questão de inglês ser global, simplesmente isso. Os portugueses têm mania de traduzir tudo, e criam coisas bizarras, como a transformação de camundongos em ratos. Videogames foram criados pela indústria americana, ‘vídeo-jogo’ parece mais uma tentativa idiota de ser um purista da língua do que realmente fazer algo útil. Sabiam que o português é derivado do latim vulgar, misturado à palavras árabes e ibéricas? Pois é, que pena que não tinha um Cícero para defender a pureza da língua em Portugal. Caso tivesse, poderíamos todos falar latim hoje em dia. Para concluir, Alemanha e Japão tem uma enormidade de vocábulos provenientes do inglês. E são duas nações com cultura local fortíssima, enquanto o Brasil não tem praticamente cultura nenhuma (quando se misturam mutias culturas, chega-se a cultura nenhuma, é como ler um pouco de cada livro e nunca terminar de ler nenhum).

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