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Curiosidades e dicas do inglês escrito: Ideograma e Academia de Letras Informal — 2 Comentários

  1. Eu sempre achei o inglês escrito um intermediário entre letras latinas e ideogramas. Mais traiçoeiro com certeza. Para nós que aprendemos a escrever português silábico a coisa se torna mais difícil ainda. Mas acho que não há jeito de mudar. Imagine representar a quantidade de sons vogais da língua inglesa. Iriam precisar de todos os acentos existentes no alfabeto latino e inventar mais alguns. Seria uma confusão total.Algumas línguas européias tentam e acentuam até consoantes. Quanto as reformas do português eu acho que quando eliminaram acentos como o trema(“), o agudo(´)de algumas palavras tornaram a coisa mais complicada ainda. Me parece que sentimos inveja do inglês. Quem é a favor da retirada dos acentos do português são pessoas que não aprenderam a acentuar as palavras da nossa língua. E é tão fácil. Com apenas uma regra se acentuam 90% do nosso idioma.

  2. Carlos,

    Concordo com você. Para mim, a reforma na língua portuguesa foi positiva no que diz respeito ao uso do hífen (havia muitas regras anteriormente), mas foi um desastre ao excluírem o acento diferencial do verbo “parar” (Ex.: Para para falar – o primeiro “para” é verbo). A nossa geração ainda sabe que o U é pronunciado em “linguiça” e “cinquenta”, mas as gerações futuras terão problemas ao se depararem com essas palavras. Eles terão que consultar dicionários para saber se o U é pronunciado ou não. O corte do trema foi um desastre também.

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